Reação em cadeia, Nickelback, Incubus, Mr. Big, System of a Down, U2, AC/DC, Legião Urbana... Não necessáriamente nessa ordem e não somente estas, mas são as bandas que movem caras como eu e meus amigos a buscar energia e inspiração em outra coisa.
Eu não tinha percebido até hoje a tarde e o momento em que escrevi o texto anterior o quanto as minhas músicas favoritas me fazem falta. Sabem, antigamente eu ia trabalhar de bicicleta ouvindo meu MP4 com as minhas músicas favoritas, dormia ouvindo elas, e acordava assim. Hoje, por estar sem os mizeros fones eu não faço mais isso.
Se eu vizer uma avaliação daquele Junior pro Junior de hoje, vou ver que me desloquei de muita coisa, deixei de ser crítico, me tornei mais introvertido e principalmente acomodado.
Vou comprar fones de ouvido amanhã!
É bem provavel que as pessoas me vejam mais na internet nos proximos dias, por conta dos downloads e porque eu sei que isso vai me trazer de volta ao mundinho de antes.
Tudo isso em uma tarde, mas eu sei que preciso ser menos teimoso, aceitar críticas as vezes, menos exagerado, menos passivo, com mais atitude, reclamar menos e me ver menos como a vitima da história.
To tentando mudar isso tudo porque tenho motivos sérios para tal.
Ah! Lembram da TV? Voltou a funcionar. E eu voltei pro God of War!
Boa semana pra vocês leitores que ainda existem por ai.
Aquele abraço!
Promise Her The Moon - Mr. Big
A Ela Prometerei a Lua Hey, yeah yeah
Você não sabe o que tem Até que o amor tenha quase se esgotado Desta vez ela está desistindo Parado em estado de choque Eu deveria ter previsto isso Agora é tarde demais para acordar A mente dela está feita, eu sei, o sonho acabou Mas meu coração simplesmente não desiste fácil Ela é boa demais para ser esquecida Boa demais pra ser de verdade Antes que meu mundo seja destruído
A ela prometerei a lua A ela prometerei a lua
Eu estava cego demais para notá-la Envolvido comigo mesmo Trabalhando demais, noite e dia Pensei que estávamos tão seguros Não posso imaginar que outro alguém Poderia vir entre nós E levá-la embora A mente dela está feita, eu sei o sonho acabou Mas meu coração simplesmente não desiste fácil Ela é boa demais para ser esquecida Boa demais pra ser de verdade Antes que meu mundo seja destruído
A ela prometerei a Lua A ela prometerei a Lua
E sempre que ela me esperou Eu nunca disse: "Eu te amo" Mas mantive isto dentro de minha alma E a todo tempo fui um tolo
Escrevi tantas vezes sobre desilusão, sobre depressão, solidão e sobre vontades ocultas. Disse tantas vezes que eu não agüentava mais sentir o que sentia. Mas agora, o que eu vivo nesse momento parece ser bem mais inclinado para um lado destrutivo do que o que eu vivia anteriormente. Naqueles tempos eu ainda tinha controle sobre a minha vida. Hoje em dia eu sou obrigado a viver uma vida que não escolhi, que não quero e que não pedi.
Por conta disso eu fico correndo de um lado pra outro procurando algum tipo de conforto pra essa revolta que anda crescendo aqui com relação a isso.
A minha pergunta de sempre volta a tona como um raio:
Até quando, quanto uma pessoa é capaz de agüentar?
É isso mesmo. Pouca gente sabe que por trás do bondozo rapaz que sempre escreveu estas linhas e que sofria de tantas emoções contidas e disparadas por meio de textos existe um fã de dois personagens muito interessantes dos cinemas e seriados. O Coringa do Batman e o grandioso Dr. House.
Por que?
Simples. Dizem o que pensam mas não pensam no que dizem. São diretos e conseguem se divertir com isto. Como a pergunta do Coringa que fica sempre no ar. por que tão sério?
É como perguntar a um paciente terminal de câncer, por que você não ri?
Respostas mil existem para esta questão. Mas não me interesso por nenhuma delas. Por que? Porque eu sou na realidade um animal sarcástico e me divirto com o desconforto que estas perguntas causam.
Eu gosto mesmo é de pensar que eu quero mais é que se danem todos os conceitos básicos, é muito mais simples descobrir como são as pessoas quando você as coloca em prova. Quando você as tira do seu mundinho básico e fechado e coloca em situações diferentes, que as fazem pensar e mostrar o que realmente escondem. É assim que o House encontra as doenças, como no episódio em que ele descobre um tumor no paciente com base na imagem do cara na televisão. É genial (eu sei que é ficção, mas ainda assim é genial).
E assim eu continuo. Acho que a inspiração que eu procurava parte disso. Deste fato de eu querer saber MESMO quem eu sou, e quem são as pessoas que me cercam.
Os resultados estão sendo no minimo divertidos. Então, por que não rir? Por que tão sério? hahahahaha.
Eu juro que volto a escrever frequentemente dependendo da audiência.
Aquele abraço.
Seguindo o modelo do vini, aqui vai um vídeozinho pra terminar o domingo bem tranquilo.
Estou tentando descrever nestas linhas, as sensações de um carnaval bem diferente destes que todo mundo conhece. Pra ser sincero, no meu modo de ver um carnaval BEM melhor do que qualquer outro. Nada mais do que filmes, uma pequena viagem e a pessoa certa. Tive este ano quatro dias que me fizeram o cara mais feliz e orgulhoso da face da terra, conheci pessoas tão interessantes que já sinto saudade, mesmo tendo visto-os apenas uma vez. É incrível como um cara como eu, que usa suas palavras para mostrar às pessoas muita coisa sobre viver, sobre crescer e ficar bem e feliz pode se render a duas coisas simples: Amor e simplicidade. É isso mesmo. Gostaria de deixar bem claro a meus leitores que em quatro dias eu reafirmei essa teoria da forma mais prática e pura possível. Convivi com pessoas do tipo que te ensinam que simplicidade não é nem de longe sinonimo de algo ruim, e sim de pureza, sinceridade, amizade e felicidade. Ser uma pessoa simples não significa que você é MENOS do que alguém. Aprendi com estas pessoas muito sobre família, origens e sobre o quão importante é pra vida da gente conhecer pessoas assim. Simples, amáveis e sinceras. Mas teve uma pessoa, a pessoa que hoje domina todo e qualquer sonho e plano que eu tenho, essa pessoa me ensinou que alem de simplicidade, carinho e tudo o mais, o AMOR é maior do que TUDO na vida. O amor nos leva mais longe e mais alto do que jamais pensamos. Ela me mostrou com os gestos mais normais do seu dia que é fácil e bom amar uma pessoa com toda a força do meu coração.
Tudo isso eu aprendi em um único fim de semana. Ser mais simples, mais racional, sem me apegar às coisas fúteis, e amar, amar aquela garota como se o mundo estivesse acabando. Amar Chaiane Parizotto enquanto meus dias durarem
Recomendo que todos tentem finais de semana parecidos. Vai lhes fazer muito bem.
Alguma vez você parou pra pensar ao certo em QUEM você é? Ou O QUE você é?
Dificilmente.
Ontem eu comecei a analisar isso, e coloquei a ideia no papel. Minha base partiu daquele meu lance de acreditar veemente em AMOR.
Acredito que sou uma parcela de amor. Fruto de um amor bem maior do que eu mesmo posso conhecer. Mas essa minha parcela se divide sempre em quantidades iguais, e mesmo sendo pequena é sempre mais do que suficiente. Acredito que eu seja capaz de difundir e dividir o amor que sinto e sou com as pessoas com as quais me relaciono, amigos, família, namorada, colegas de faculdade ou trabalho, etc. E essa divisão é sempre gradual, quanto maior a relação, ou mais estreita ela é, mais eu despejo minha incondicional parcela de amor.
Como expliquei ontem a uma amiga, é tudo questão de saber qual é o teu limite para tratar bem ou mal uma pessoa. Se você passa a ela amor, dificilmente tratará essa pessoa mal. Tenho pra mim que é mais simples dividir minha parte boa em amor e passar adiante este amor do que ficar vivendo com os rancores de uma discussão ou perder tempo com bobagens e mágoas sem sentido algum.
É como exercitar a capacidade de se relacionar BEM com as pessoas. Um exercício diário e bem complicado, mas que traz muita felicidade no fim das contas.
Vocês deveriam tentar.
Sim, respondendo aos que pediram, o Silencio Ensurdecedor voltou pra salvar as suas vidas mortais incrédulos!
Ontem na sala de aula me assustei. Do nada percebi que a pelo menos quatro meses eu não estava presente naquele lugar. Não que eu estivesse faltando com freqüência, meu corpo esteve lá. Mas a minha cabeção não. Os exercícios entregues pelo professor para resolução me pareceram escritos em outra língua. Eu não tinha anotações e nem lembranças na cabeça sobre o assunto. Eu estive na sala, mas simplesmente não vivi.
Depois disso e de resolver os exercícios eu comecei a avaliar a situação. Vi que me afastei dos amigos, dos amores, das coisas que me faziam bem para simplesmente existir, perambulando pela vida das pessoas sem me dar conta que mal fiz parte delas.
Depois disso sai com alguns amigos pra me distrair. E vi que talvez eu tenha até saído mais vezes nesses meses e não tenha sido o mesmo. Não vi as coisas acontecendo do mesmo jeito. Não fui amigo deles. Não estava lá quando aconteceram determinados fatos... Eu era simplesmente uma coisa. Ocupava espaço sem participar dele.
Comecei então a analisar o por que disso. E foi ai que eu percebi onde eu errei, onde me deixei perder. Eu estava evitando as pessoas. Estava com medo delas. Me trancando no meu próprio mundinho mais uma vez. Mesmo maduro e forte o suficiente pra decidir entre aceitar esse mundinho ou tentar jogar a bola pra frente e confrontar a dor que me consumia, eu simplesmente optei pelo mais fácil. Optei pela inconsciência. Cai no meu próprio clichê. Fui vitimado pela minha própria inconsistência.
Voltei a existir e esqueci de viver.
O complicado disso tudo é que eu não me senti como das outras vezes, não estava tão triste a esse ponto. Estava realmente sínico, estava sendo meu inimigo por querer. Estava tão acostumado com a força que adquiro quando fico sozinho e inerte que praticamente a escolhi, desejei. Eu quis aquela inconsciência que me tornava invencível. Imortal e capaz de mudar o curso de todas as coisas. Era bom e tranqüilizador me desligar quando possíveis problemas estavam por aparecer
Meses e meses sem me importar se magoaria alguém, se iria ferir alguém. Pelo meu próprio prazer cavei a cova de sempre. Me senti imóvel mas depois percebi que podia ser mais rápido e forte que tudo. Transformei tudo em força pura, transformei amor em raiva e joguei tudo contra todos. Sumi, me tranquei.
Quem precisou de mim não encontrou. Neguei abraços e sorrisos. Demorei pra perceber isso. Demorei pra entender isso. Entender que gosto da solidão. E que ela me torna um melhor jogador do meu baralho de almas a salvar.
E agora vem minha nova batalha. Aquilo que meu corpo quer contra o que meu coração não deseja mais. O sabor de resistir as tentações, de luar contra meus próprios males me faz acordar de manhã e sentir o cheiro da vida. Conseguir resistir a si mesmo e aos seus limites é mais reconfortante. Faz com que a gente se sinta imortal, invencível.
E é assim que eu me levanto hoje. Farejando uma nova chance.
Essa frase me faz pensar a vários dias nesse lance de “beleza”, estar bonito, se sentir bonito, se sentir diferente.
Não acredito que deva dar explicações, até porque não sei quem, quando vão prestar atenção nisso. Mesmo assim, creio que devo externar a coerência dos meus motivos.
Passei quase três meses me lamentando por não entender os motivos de alguém, por não entender aonde eu fui tão insignificante a ponto de ninguém se importar. Nesse meio tempo procurei nos mais variados tipos de amizade conforto, compreensão e principalmente APOIO. Fiz coisas variadas e todas essas coisas me faziam esquecer dos problemas, mas eu notei que muitas vezes estava fazendo coisas que os outros queriam. Estava buscando fazer alguém feliz pra que essas pessoas me proporcionassem sorrisos.
Me vi mais uma vez fazendo de tudo por todo mundo sem me dar conta do que eu realmente precisava. Sem perceber que eu tenho um coração e de alguma forma eu tinha de ocupá-lo.
Quando encontrei a pessoa certa, vi que não havia confiança suficiente e desisti.
Ai veio meu aniversário e não diferente dos outros anos, a maior parte das pessoas que eu mais gosto, e mais me dedico simplesmente esqueceu. Ou não quis ligar e dizer que lembrou pelo menos. Não me refiro nem a presentes e tal, apesar de que a única coisa que eu ganhei de aniversário foi um boné.
Esse boné, junto com a frase que começa este texto me levaram a entender que eu não preciso MESMO ser como os outros querem. Não preciso mostrar sorrisos que eu não quero mostrar, não preciso ser perfeito para os outros e sim pra mim. Preciso me sentir bem, e deixar de buscar abrigo pra minha dor. Se ninguém está disposto a me dar um abraço verdadeiro então não merecem que eu os acompanhe. Não dotado de beleza superficial pelo menos.
Quero que gostem de mim pelo que sou. Não pelo que pareço ser ou pelo que faço. Quero que me vejam como eu sou, e não por trás daquela máscara perfeita e feliz que eu costumo apresentar.
Simplesmente quero que me vejam, me entendam e me aceitem. Se ninguém for capaz disso, infelizmente eu estarei certo. Mas eu sei, que lá no fundo tem alguém que vai dizer: “eu gosto de você, careca ou cabeludo”. E é a partir daí que eu vou começar a viver de novo.
Eu não preciso ser atraente pra viver a minha própria vida.
Eu não preciso mais ser bonito pra ninguém. Nem me importar com isso. Porque eu não quero ser só mais um bonitinho.
Há quem diga que as lágrimas são compostas de líquidos corpóreos produzidos pelas glândulas lacrimais dos olhos humanos, tipo um suor, só que nos olhos. Mas muita ente gosta de dizer que elas trazem consigo parte da alma da gente, das coisas que sentimos, das emoções, alegrias e tristezas. E que por isso a gente chora quando se emociona demais.
Sendo líquidos do teu corpo ou parte da tua alma, sendo o que forem, por que a gente desperdiça tantas lágrimas com coisas inúteis? Pessoas que não se importam, derrotas que nem aconteceram mas que a gente entende como concretas...